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Como sempre, o cara não
se contenta apenas em torcer. Teve que jogar. E jogou muuito bem. Era
sempre artilheiro, matéria de jornal e tudo mais.
Não se tornou profissional,
mas bem que poderia. E sempre que seu nome é citado entre pessoas
da época, o que se ouve é:
"Esse baixinho era bão de bola"
Como você já deve
ter percebido, seu time do coração é a Ponte Preta,
a grande Macaca.
Hoje em dia ele se limita a
ser comentarista, e quando é convidado para bater uma bolinha,
faz uma firula, dribla pra lá e pra cá e acaba dizendo que
craque que é craque pendura a chuteira no hora certa e deixa que
sua fama dure para sempre.
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